quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Japoneses dão exemplo contra os congestionamentos


Enquanto Autoridades do Brasil e da América Latina discutem no Rio soluções sustentáveis para o poluição e trânsito, os japoneses que adoram bicicleta fogem do congestionamento e cuidam do ambiente.

Um dia como esse parece péssimo para sair de bicicleta ... Não para Sabrina, brasileira que mora em Tóquio. Ela não iria deixar seu transporte preferido de lado por causa de uma chuvinha à toa.

"É bom, a gente vê uma cidade com mais calma", diz Sabrina Hellmeister, cantora.

É preciso ter cuidado para pedalar na calçada, mas nos cruzamentos a faixa dos ciclistas é bem marcada.

No caminho, Sabrina encontra dezenas de outros corajosos. O governo chegou a proibir o uso de guarda-chuva e bicicleta ao mesmo tempo, porque isso pode provocar acidentes. Alguns desrespeitam a lei, mas não deixam de pedalar.

Vinte minutos depois, Sabrina já está em casa. "Eles andam muito de bicicleta, eu acho muito legal, e eu acho que faria falta para mim se eu deixasse o Japão", comenta,.

Quando o tempo está bom, o número ciclistas aumenta. O Japão é o terceiro maior número de pais com bicicletas, só perde para Estados Unidos e China, que tem populações bem maiores.

Mães carregam seus filhos de bicicleta, com todo o equipamento de segurança Necessário para Proteger as crianças.

Pedalar elegante também pode ser. Para os japoneses, combina com qualquer roupa ou sapato, até com terno e gravata. Um rapaz disse que não tem carro e não gosta de dirigir em Tóquio. De vez em quando pega o metrô, mas gosta mesmo é de andar de bicicleta.

Pedalar de salto alto? As japonesas estão acostumadas e charme fazem isso com muito. "Para mim não tem problema nenhum", diz uma menina. "É como pedalar usando tênis", afirma.

Tóquio não tem ciclovias porque as ruas são estreitas. Apesar disso, tudo é feito Para facilitar a vida dos ciclistas. Em toda a cidade, há estacionamentos. Um deles aqui fica ao lado de uma estação do Metrô. As pessoas vão até um determinado local de bicicleta e seguem para o trabalho de trem. O carro fica em casa.

Uma israelense passou a usar bicicleta quando se mudou para Tóquio. É muito conveniente e fácil. Muita gente anda e todo mundo Respeita os ciclistas.

Com as bicicletas eo transporte público eficiente, tem engarrafamentos Tóquio Dificilmente, apesar de ter uma população maior do que a de São Paulo.

E os moradores do Japão estão entre os mais magros, saudáveis e os que mais longa vida tem nenhum planeta. Um dos motivos, exercício fazem que é, nem que seja no caminho entre a casa eo trabalho.

Roberto Kovalick - Tóquio

25/11/09 - 13h48 - Atualizado em 25/11/09 - 15h42

Site G1



2 comentários:

manuel disse...

Olà querida Mazé! eu como adepto da bicicleta porque ja fiz competiçoes e continu-o fazendo por prazer, poderia dizer que so a bicicleta é que deveria ser autorizada em algumas cidades.Beijos e abraços

Mazé Silva disse...

Meu querido Manuel!

O uso da biclicleta nas grandes cidades, é uma maneira muito boa de facilitar o trânsito, como Tóquio que é uma cidade bastante populosa, até mais do que São Paulo.

Com o uso da bicicleta, diminui os engarrafamentos, diminui a poluição da cidade, diminuindo o efeito estufa, pois existe menos veículos funcionando e poluindo menos o ambiente, lançando menos gases tóxicos para a atmosfera como CO2, dióxido de carbono, monóxido de carbono e etc Contribuindo assim para a sustentabilidade das cidades grandes.

Manuel, eu já andei muito de bicicleta por necessidade. Quando eu morava em Limoeiro Norte, a minha Escola ficava distante 07Km. Quando eu tinha que ir à cidade duas vezes, eu andava um total de 28Km. Hoje ainda gosto de andar de biciclta e é um esporte bom para a mente e para a parte física.

A minha cida onde eu nasci, que é Limoeiro do Norte, que fica a 200Km de Fortaleza, era uma das cidades do Brasil com maior número de biciclta. Hoje elas já estão menos, pois a motociclta está tomando lugar.

Bem gosto muito de conversar, mas vou ficar nessa.

Que legal você gostar de pedalar!
Beijos e abraços meu amigo.

Mazé Silva