sábado, 24 de abril de 2010

O Elo Perdido de Darwin


Charles Darwin - cientista, naturalista, autor do livro - "A Origem das Espécies"


“O Espiritismo é a ciência nova que vem revelar aos homens por meio de provas irrefutáveis, a existência e a natureza do mundo espiritual e as suas relações com o mundo corpóreo.”

Com base nisso, a doutrina apoiada no raciocínio do processo de várias vidas do espírito e em cujo processo o leva a seu aperfeiçoamento moral e intelectual, nos dá margem para refletir acerca da nossa evolução ou como falou o eminente cientista britânico Charles Darwin, no seu livro: “ A Origem das Espécies”.

Tendo como premissa as perguntas que o eminente professor e cientista hu-manista Allan Kardec fez aos Espíritos por intermédio das médiuns, podemos aqui citar uma e dela observarmos o seu desdobramento feito pelo professor Hyarbas em seu livro “Conversando com Kardec”, - volume II da Coleção Entrevistando Kardec - quando fala exatamente acerca do momento de transição do reino animal para o reino hominal.

É bom ressaltar que foram os próprios espíritos que o orientaram a fazer estes desdobramentos, de todas as 1019 respostas das perguntas que foram feitas, no ano de 1857, na obra de Allan Kardec, “O Livro dos Espíritos”.

Sob a orientação de Bezerra de Menezes três espíritos o ajudaram nesta tarefa: Aécio, Aldo e Carlos, representando respectivamente, Ciência, Filosofia e Religião, que é a base desta doutrina espiritista.

O trabalho foi constituído através de inspirações espirituais, aliado à suas pesquisas e conhecimento enciclopédico adquirido ao longo de sua vida.

No caso em pauta, foi observado na pergunta do Kardec de nº 61: _“Há uma diferença entre a matéria dos corpos orgânicos e inorgânicos?” Resposta: “É sempre a mesma, mas nos corpos orgânicos é animalizada.”

É a partir daí que entra o professor Hyarbas fazendo o desdobramento desta questão da seguinte forma e evidenciando nele a questão do elo perdido, que Darwin e a ciência paleontológica não encontraram, até os dias de hoje.

O ilustre cientista e naturalista jamais encontraria, haja visto que o mesmo foi formado ainda no Plano Espiritual pelos Engenheiros Siderais e de acordo com a vontade maior do nosso Pai Celestial. É onde ocorreu num dado momento, num dado tempo, quando ainda o planeta Terra era um mundo primitivo, a transformação do reino animal irracional para o reino animal racional ou hominal, como queiram
. Em momento oportuno foi colocado no ser, não obstante ainda ter uma formação corporal animalizada, um ingrediente espiritual denominado “razão”, sendo que a partir daí houve o nascimento do homem, primeiro ser com raciocínio próprio, ainda que incipiente, não mais animal, mas filho de uma fêmea com um macho, ainda primatas irracionais.

Não se precisaria em qual dado momento ele nasceu, mas podemos observar o raciocínio óbvio de que foi em vários locais e pode-se dizer que foi quase que ao mesmo tempo, como mostra a Paleontologia nos dias de hoje, com suas descobertas.

Foi para acontecer tudo isso, ou seja, toda uma evolução da espécie, que o Criador em Sua misericórdia, nos promove “N” oportunidades para progredirmos rumo à perfeição moral e intelectual.

No livro do professor Hyarbas são feitas explanações em que são colocadas informações e que delas pode-se tirar conclusões óbvias ao seu raciocínio.

Diz o Professor Hyarbas em seu livro “Conversando com Kardec (Editora O Consolador, 1984 – BH/MG):

“Matéria animalizada
Dentro do relativo em que nos demoramos, termos são criados para iniciar-nos em direção ao entendimento maior. Vários desses termos, como já tivemos ocasião de considerar, perdem o seu significado original, com o correr dos tempos e conseqüente atualização cientifica. Um desses vocábulos é, sem dúvida, “animal”.

Etimologicamente, “animal” significa “objeto com alma” [latim: anima, alma + ale, objeto = animale]. Hoje em dia a palavra “animal” é um código de variada conotação. No princípio, entretanto, como provavelmente se pensava que a vida fosse apanágio das espécies superiores, ela servia, apenas, para designar os seres hoje pertencentes ao reino animal. Ora, a partir do momento em que a vida passou a ser admitida também no reino vegetal, “animal” etimologicamente falando, sofreu sua primeira contestação como força expressiva.

A ciência ainda se debate na tentativa de fixar os limites da vida.

Se, antes, essa idéia se nos apresentava enganosamente clara, pós a desco-berta do microcosmo as dúvidas se multiplicaram. O que é recente para a Ciência, contudo, não constitui qualquer novidade para os ocultistas, para os metafísicos de todas as épocas. Para esses últimos a vida persiste em tudo.

Não obstante o persistir ilimitado da vida, o nosso entendimento ainda carece de subdivisões. Deixando de lado as fases anteriores, para nos atermos somente no que direta ou indiretamente nos afeta os sentido, dividiríamos a vida em mineral(ou inorgânica), vegetal, animal e hominal. Demarcaríamos pontos intermediários entre esses quatro reinos e, dessa forma, votaríamos no vírus como exemplo de vida em transição do mineral para o vegetal, até que a Ciência nos forneça um candidato melhor aquinhoado. E escolheríamos as riquétsias como intermediárias entre vegetais e animais, e um primata qualquer como o elo entre animal e o hominal.

Chegados a esses pontos, recorreríamos ao plano espiritual, admitindo que ele, consoante esquema do Criador, traria ingredientes desconhecidos, os quais, a-crescentados às diversas organizações, fariam com que esses se transformassem, sucessiva e respectivamente, do mineral ao hominal.

Ingrediente Espiritual Ainda não se pôde detectar, na matéria, qualquer substância que possa ser responsabilizada pelo manifestar da vida. Sabemos subs-tâncias, como o ácido nucléico, tido como imprescindível na organização do ser vivo. Mas também sabemos que a sua só presença não é suficiente, porque ele não de-saparece com o fenômeno da morte, nem tampouco se vivifica coisa alguma com o simples acréscimo desse ácido, ou qualquer outro. Conhecemos a vida através de suas manifestações e, uma vez constatada a sua presença, partimos em busca de sua causa.

Assim, um ser é mineral até um certo ponto, após o qual, acrescenta-se-lhe um determinado ingrediente, provindo da espiritualidade maior, e ele se torna vegetal. Evolui até certo ponto, e novo ingrediente é acrescentado. Eis o animal. Nova era desenvolvimentista, incontáveis reencarnações e, num dado momento, novo ingrediente espiritual, a que chamamos de “razão”, que é própria do homem.
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Convém lembrar que, sendo a matéria apenas o revestimento, a “roupagem” do ser em questão, não é ela que recebe o ingrediente, mas o espírito. O principio espiritual, pois, que é programado para habitar e dirigir as transformações orgânicas do vegetal, como primeiro estágio da vida organizada, é que, ao se afastar, favorece a desagregação dos elementos componentes do corpo. Com seu afastamento, leva consigo as diretrizes fenomênicas, deixando a matéria à mercê das forças exteriores, no fenômeno que se chamou de “morte”.

Por extensão, fenômeno semelhante ocorre nos demais reinos, animal e homi-nal. Após o afastamento do espírito, a matéria se nivela à que compõe os minerais e, com as transformações no tempo, com ela se confunde. Donde se induz que a matéria é sempre a mesma. O espírito é que lhe imprime diversificações.

Ao nível observacional, aparecem notórias algumas diferenças entre os corpos que se compõem de matéria orgânica e inorgânica: nos primeiros a matéria apresen-ta contornos arredondados, enquanto que nos segundos ela se mostra com predo-minância de retas; nuns, ela apresenta um esquema metabólico, uma proporção mais ou menos constante de substancias nas células; noutros, as transformações físicas e químicas se processam à revelia do ser, e de acordo, exclusivamente, com as condições ambientais. Além, obviamente, de outras características da organiza-ção, como o movimento, o crescimento, a reprodução, a capacidade de reagir a es-tímulos, etc., que se manifestam enquanto permanece o espírito.

Ingrediente “razão” – Os corpos dos seres pertencentes ao reino mineral não apresentam qualquer reação a estímulos interiores ou exteriores. Nas plantas, as raízes apresentam o geotropismo; as folhas, heliotropismo. E, se um ferimento é produzido no tronco de uma árvore, uma reação misteriosa ocorre, favorecendo a cicatrização do corte. Num animal, além de uma semelhante reação do organismo, o ser apresenta outras atitudes diversas, instintivas, como a de lamber a ferida, para favorecer também a cicatrização. No homem as mesmas reações acontecem, mas ele, embora ainda presa de instintos, reage de uma maneira completamente diversa da dos demais seres, quando, por exemplo, procura medicar-se.
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Mesmo reunindo todos os nossos conhecimentos científicos, filosóficos e ocul-tos, bem distantes nos encontramos da compreensão integral dos fenômenos psi-cossomáticos. O que já sabemos, entretanto, propicia-nos a certeza de nos encon-trarmos no caminho certo, porque, a cada dia, mais se aclaram os horizontes, maior números de mistérios deixam de sê-los. E outra certeza adquirimos: a de que a fe-nomenologia provém de uma Causa Primária e que essa, por sua vez, se divide em duas grandes forças: a inconsciente, ou irracional, e a consciente, ou racional.

É evidente que cada uma dessas forças se subdivide ao inimaginável e, às subdivisões já conhecidas, o futuro trará os esclarecimentos necessários. Mas po-demos admitir que a força inconsciente rege a totalidade dos fenômenos materiais, orgânicos ou inorgânicos, do mineral ao animal. Com efeito, vemos a matéria com-ponente desses corpos passar por transformações inteiramente à mercê dos seres por ela revestidos.

Já no homem, embora o inconsciente ainda exerça uma impressionante predominância, podemos observar a interferência de uma vontade própria, oriunda da força consciente a qual, por seu turno, somente se torna possível uma vez que o plano espiritual acrescenta, ao ser, o ingrediente “razão”.

A razão, o ingrediente, que diferencia o homem dos demais seres da natureza, proporciona a ele a capacidade de não apenas sentir os estímulos e a eles reagir, mas, sobretudo, de antepor a eles uma força nova: a vontade.

A vontade, que é consciente, a princípio frágil e vacilante, aos poucos [ através de incontáveis reencarnações] adentra os domínios do inconsciente, até que ne-nhum fenômeno ocorra, senão com o seu concurso.”
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( Esse link, fala da descoberta de IDA, um fóssil que, é conhecido como "Elo perdido". considerado pelos cientista da época como Darwin, "como o maior dógma da Evolução".
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Os Fósseis que têm características comum de seus ancestrais,
são conhecidos popularmente como "Elo Perdido".
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Ida, um lemur com 47 milhões, poderá mudar a forma como entendemos a Humanidade.
Este animal viveu há 47 milhões de anos mas, só agora , foi apresentado como um ancestral comum de macacos e seres humanos. Foi apresentado à imprensa por um grupo de ipaleontólogos no Museu de História Natural de Nova York por um grupo de paleontólogos.

O fóssil foi descoberto por um caçador de fósseis há 25 anos, em Messel, na cratera de um antigo lago perto de Frankfurt, na Alemanha, famoso pelos seus fósseis.
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Matéria enviada gentilmente, por BOTTARY, nosso amigo do Elo e do Splish Splash Blog.

2 comentários:

Armindo Guimarães disse...

Olá, Amigo Bottary!

Matéria tão interessante quanto discutível.

Gostei.

As minhas felicitações.

Abraços elogeográficos

Bottary disse...

Meu prezado Armindo,

Até a nossa incipiente amizade é fato discutível, uma vez que não obstante a distancia, e, por um assunto comum a dois, no caso a música, nos relacionamos muito bem, melhor do que muitos que estão tão perto um do outro!

Quanto ao abraços elogeográficos, a recíproca é verdadeira. eheheh
Bottary