sábado, 16 de fevereiro de 2013

As previsões dos Astrônomos quanto à passagem do Asteroide 2012 DA14 e a Repercussão da queda de um Meteorito na Russia


As previsões dos Astrônomos quanto à passagem nessa Sexta- feira do Asteroide 2012  DA 14 


Mazé Silva
Elo Geográfico
maze-silvaa@hotmail.com


O fascínio do ser humano pelo Universo leva-o ao mais alto grau de pesquisas e estudos profundos dentro da Astronomia em busca de verdades sobre “Os Corpos Celeste, que lhes dão uma verdade mais clara,  quais deles poderão causar danos, ou estragos para o nosso Planeta enfim para os habitantes e para a área geográfica, quanto a seu espaço físico e humano.

Há séculos, a população mundial fica em pânicos, quando imagina que catástrofes, ou fenômenos astronômicos possam atingir a Terra e um dos primeiros corpos celestes que vinham em sua imaginação, era a queda de um “Cometa”, por ser mais divulgado e conhecido como astro de destruição astronômica.

Asteroides, meteoroides, meteoros e meteoritos são outros corpos celestes que podem se chocar com a Terra - o que não é tão raro de acontecer. Cerca de 40 mil toneladas de rochas espaciais descem ao mundo a cada ano, principalmente na forma de poeira e pequenos meteoritos.

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Considerações da Administradora


A última vez que um grande corpo celeste atingiu a Terra causando grande destruição foi em 1908, quando um asteroide com aproximadamente 50 metros de diâmetro explodiu no ar sobre a região de Tugunska, na Sibéria, destruindo uma floresta de 2 mil quilômetros quadrados..

Não há registro de que alguma pessoa tenha sido morta devido à queda de meteoritos vindos do céu. Existem relatos de que um cachorro teria morrido em 1911 e de um garoto que foi atingido em Uganda em 1992, porém não ficou gravemente ferido. A maior parte da superfície terrestre não é habitada por humanos, então essas rochas espaciais tendem a cair sobre áreas desoladas ou nos oceanos.

Antes de descrevermos a postagem sobre a previsão dos Astrônomos quanto a passagem de um Asteroide chamado 2012 DA14, previsto pra entrar na órbita da Terra hoje em 15 de fevereiro de 2012, iremos deixar algumas definições dos diversos corpos celestes, que precisaremos compreender melhor e entender  o sentido exato da postagens e da linguagem astronômica.

ASTEROIDE

Enquanto o cometa é uma bola de gases congelados, o asteroide é uma grande pedra espacial. Também é uma "sobra" do sistema solar, mas uma sobra do processo de formação dos
Planetas  rochosos, como Terra e Marte. Com formato irregular, a maioria dos asteroides tem cerca de 1 km de diâmetro - mas alguns podem chegar a centenas de quilômetros!

METEOROIDE

É um asteroide pequeno. Não há um limite exato, mas a partir de 1 km de diâmetro as pedras espaciais costumam ser chamadas de asteroides. A maior parte dos meteoroides equivale a grãos de areia. Mas esses são quase imperceptíveis: toneladas se dirigem à atmosfera da Terra todos os dias. Já meteoroides com uns 4 metros de diâmetro deixam sinais mais evidentes -  

Rastro gigante Nuvem gasosa em volta do núcleo do cometa tem diâmetro 15 vezes maior que a Terra!
O núcleo sólido é uma parte insignificante do cometa. Ele é permanentemente envolvido por uma nuvem gasosa que chega a ter um diâmetro de 200 mil km, mais de 15 vezes o diâmetro da Terra! E isso sem contar a famosa cauda, um rastro de poeira e gases que surge quando o cometa se aproxima do Sol e pode atingir 100 milhões de km de extensão!

Terra à vista!Quando entram na nossa atmosfera, pedras espaciais ganham outros nomes

METEORO

Um meteoroide que entra na atmosfera da Terra passa a ser chamado de meteoro. Com uma velocidade de 70 km/s, essas pedras queimam em contato com os gases do ar, formando um rastro de luz - as populares estrelas cadentes. A maioria dos meteoros são grãos de poeira que saíram de cometas

METEORITO

São os meteoros que não se desintegram totalmente no choque com a atmosfera. Portanto são pedras espaciais que de fato caem na superfície do planeta. O desgaste da passagem pelas várias camadas da atmosfera faz um meteoro de 4 metros transformar-se em um meteorito com cerca de 1 metro de diâmetro

A  Passagem do Asteroide 2012 DA14  previsto por Astrônomos na sexta dia 15 de fevereiro
O traço verde e vermelho é a rota do asteroide; 
 o laranja é a órbita dos satélites e o ponto azul é a Terra



O asteroide 2012 DA14, com cerca de 50 metros de largura, vai passar a apenas 27 mil quilômetros da Terra no próximo dia 15 de fevereiro. Apesar de não haver qualquer hipótese de colisão, a NASA diz que esta será a maior aproximação de um objeto destas dimensões ao planeta, desde que começou o seu programa de monitorização chamado Near Earth Object Program.

O radar Goldstone da NASA, situado no deserto do Mojave, vai seguir o 2012 DA14 entre 16 e 20 de fevereiro. A ideia é prever melhor futuros encontros com este asteroide e também estudar as suas características, devendo produzir um mapa a três dimensões desta rocha espacial. Segundo explica a NASA, nas horas de maior aproximação, o asteroide brilhará como uma estrela de oitava magnitude (não visível a olho nu) e deslocar-se-á a grande velocidade (duas vezes o diâmetro da lua cheia por minuto), o que dificultará a sua detecção por pessoas menos experientes. 

O meteoro que caiu hoje na Região dos Montes Urais na Rússia não tem nenhuma relação com a esperada queda do Asteroide 2012 DA14, prevista no dia 15 pelos Astrônomos



Filipe Pires, do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP), concorda que este fenômeno “É uma coincidência”, acredita, confirmando que ainda assim estamos perante algo que é muito raro. O mais provável é que o meteoro russo venha da cintura de asteroides localizada entre Marte e Júpiter, que é a origem da esmagadora maioria de corpos celestes que chegam à Terra.

A queda de um meteorito na região de Tcheliabinsk na Rússia, nas proximidades dos Montes Urais, é o acidente de maiores conseqüências originado por um corpo celeste na Terra nos últimos anos.

Há danos materiais em seis cidades, segundo o Ministério do Interior. Vários meteoritos foram encontrados em terra. Não há relação com o asteroide que passa nesta sexta-feira perto da Terra. Os fragmentos do meteorito causaram danos pelo menos em seis cidades da região onde caiu o corpo astral.


A polícia realiza uma inspeção dos núcleos de população para determinar novos lugares afetados pela queda, explicou o porta-voz de Interior. Acrescentou que patrulhas policiais vigiam os edifícios que tiveram danos e perderam portas e janelas de vidro.O meteorito caiu cerca de 80 quilômetros da cidade de Satka, no distrito de mesmo nome, por volta das 09:20h locais (01:20h de Brasília). A queda do corpo celeste foi acompanhada de fortes explosões, segundo testemunhas citadas pela rádio 'Eco' de Moscou, que em um primeiro momento acharam que um avião havia explodido durante o vôo.

O meteorito pesava várias toneladas e poderia ter várias dezenas de metros de comprimento, segundo cientistas consultados pelos meios de imprensa russos. Era um meteorito bastante grande, pode ser que de várias dezenas de metros de comprimento. (...) Os corpos de menos de 50 metros se desintegram quase sempre na atmosfera, e se não se queimam totalmente, chegam à Terra pequenos fragmentos', disse Nikolai Zheleznov, especialista do Instituto de Astronomia Aplicada.

Sergei Smirnov, cientista do Observatório astronômico de Pulkovo, afirmou que o objeto 'tem uma massa de várias dezenas de toneladas, seguramente, que se pôde ver com clareza no céu'.Alguns veículos de imprensa informaram que sobre os Urais havia caído uma chuva de meteoritos. Não foi uma chuva de meteoritos, mas um meteorito que se desintegrou nas camadas baixas da atmosfera', disse à agência 'Interfax' a porta-voz do Ministério para Situações de Emergência da Rússia, Elena Smirnij. Para Elena, a queda do meteorito não influiu nos níveis de radiação, que se mantêm dentro dos parâmetros de normalidade para a região. A Rosaton Agência Russa para a energia atômica informou que suas instalações nos Urais não foram atingidas pela queda do meteorito.


A recente queda de meteorito sobre a região de Montes Urais, na Rússia, representou apenas uma fração de toda essa magnitude. Fenômenos assim ocorrem a cada década, mas costumam atingir áreas despovoadas.

Agora mais do que nunca, a população mundial, fica em alerta, embora a Profecia Maia, não detonou o Mundo em 2012, mas prováveis Catástrofes Naturais ou Fenômenos Ambientais, em décadas vindouras poderão ocasionar uma tremenda destruição da crosta terrestre já  que não se tem previsão de quando e nem aonde poderá cair um corpo celeste desta magnitude.

Texto redigido tendo como fonte:

INFO

VÍDEOS MOSTRAM MOMENTOS DA EXPLOSÃO NO CÉU DA RÚSSIA